Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas

Este trabalho focaliza uma pesquisa interventiva realizada no contexto jurídico e é síntese de uma dissertação de mestrado defendida na Universidade de Brasília, sob a orientação da Dra. Maria Fátima Olivier Sudbrack, em 2003.

O ato delinquente resulta de múltiplas determinações (familiares, sociais, culturais, institucionais) e pode ser considerado como uma «atuação» que manifesta no exterior aquilo que não pode ser dito no interior do sistema familiar. Para que se compreenda o comportamento adolescente – «agente e paciente», «sujeito e objeto» de sua própria socialização -, faz-se necessário considerar o sujeito e toda a dimensão relacional na qual ele se insere (SELOSSE, 1997).

A passagem ao ato delinquente – acting-out – além de seus aspectos individuais, sociais, culturais e institucionais, constitui-se numa manifestação, no exterior, daquilo que o jovem não pode dizer no interior da família. O ato delinquente projeta o jovem para fora de sua família, rumo a um terceiro – o juiz – e rumo a um sistema educativo de assistência.

O juiz representa o interdito e o contexto jurídico constitui-se num excelente espaço de mobilização do jovem e da família, em crise devido à ocorrência do ato de delinquência. O apelo à Lei permite ressignificá-la como protetora, operante e estruturante, oferecendo ao jovem os limites que ele não conhece, ou conheceu de forma punitiva. A intervenção judicial – com suas medidas psicossociais e ¬¬educativas – incita o adolescente a uma mudança no estilo de vida por meio de uma reorganização psíquica, permitindo, assim, que ele saia da interdição para o interdito, introjetando a Lei.

A instituição jurídica tem um papel educador e reparador, constituindo-se um terceiro que restitui ao jovem a sua palavra, permitindo-lhe resgatar o sentido de seu ato. O trabalho educativo, de caráter simbólico, inclui a mediação que permite a emergência de conteúdos manifestos e latentes, possibilitando a regulação de novas relações do sujeito consigo mesmo e com o outro. Assim, permite que o jovem se reconcilie com sua vítima e com a sociedade, revendo a sua posição e suas reações depressivas e reivindicatórias (SELOSSE, 1997).

Este trabalho focaliza uma pesquisa interventiva realizada no contexto jurídico e é síntese de uma dissertação de mestrado defendida na Universidade de Brasília, sob a orientação da Dra. Maria Fátima Olivier Sudbrack, em 2003.
O ato delinquente resulta de múltiplas determinações (familiares, sociais, culturais, institucionais) e pode ser considerado como uma «atuação» que manifesta no exterior aquilo que não pode ser dito no interior do sistema familiar. Para que se compreenda o comportamento adolescente – «agente e paciente», «sujeito e objeto» de sua própria socialização -, faz-se necessário considerar o sujeito e toda a dimensão relacional na qual ele se insere (SELOSSE, 1997).

A passagem ao ato delinquente – acting-out – além de seus aspectos individuais, sociais, culturais e institucionais, constitui-se numa manifestação, no exterior, daquilo que o jovem não pode dizer no interior da família. O ato delinquente projeta o jovem para fora de sua família, rumo a um terceiro – o juiz – e rumo a um sistema educativo de assistência.

O juiz representa o interdito e o contexto jurídico constitui-se num excelente espaço de mobilização do jovem e da família, em crise devido à ocorrência do ato de delinquência. O apelo à Lei permite ressignificá-la como protetora, operante e estruturante, oferecendo ao jovem os limites que ele não conhece, ou conheceu de forma punitiva. A intervenção judicial – com suas medidas psicossociais e educativas – incita o adolescente a uma mudança no estilo de vida por meio de uma reorganização psíquica, permitindo, assim, que ele saia da interdição para o interdito, introjetando a Lei.

A instituição jurídica tem um papel educador e reparador, constituindo-se um terceiro que restitui ao jovem a sua palavra, permitindo-lhe resgatar o sentido de seu ato. O trabalho educativo, de caráter simbólico, inclui a mediação que permite a emergência de conteúdos manifestos e latentes, possibilitando a regulação de novas relações do sujeito consigo mesmo e com o outro. Assim, permite que o jovem se reconcilie com sua vítima e com a sociedade, revendo a sua posição e suas reações depressivas e reivindicatórias (SELOSSE, 1997).

Este trabalho focaliza uma pesquisa interventiva realizada no contexto jurídico e é síntese de uma dissertação de mestrado defendida na Universidade de Brasília, sob a orientação da Dra. Maria Fátima Olivier Sudbrack, em 2003.
O ato delinquente resulta de múltiplas determinações (familiares, sociais, culturais, institucionais) e pode ser considerado como uma «atuação» que manifesta no exterior aquilo que não pode ser dito no interior do sistema familiar. Para que se compreenda o comportamento adolescente – «agente e paciente», «sujeito e objeto» de sua própria socialização -, faz-se necessário considerar o sujeito e toda a dimensão relacional na qual ele se insere (SELOSSE, 1997).

A passagem ao ato delinquente – acting-out – além de seus aspectos individuais, sociais, culturais e institucionais, constitui-se numa manifestação, no exterior, daquilo que o jovem não pode dizer no interior da família. O ato delinquente projeta o jovem para fora de sua família, rumo a um terceiro – o juiz – e rumo a um sistema educativo de assistência.
O juiz representa o interdito e o contexto jurídico constitui-se num excelente espaço de mobilização do jovem e da família, em crise devido à ocorrência do ato de delinquência. O apelo à Lei permite ressignificá-la como protetora, operante e estruturante, oferecendo ao jovem os limites que ele não conhece, ou conheceu de forma punitiva.

A intervenção judicial – com suas medidas psicossociais e educativas – incita o adolescente a uma mudança no estilo de vida por meio de uma reorganização psíquica, permitindo, assim, que ele saia da interdição para o interdito, introjetando a Lei.

A instituição jurídica tem um papel educador e reparador, constituindo-se um terceiro que restitui ao jovem a sua palavra, permitindo-lhe resgatar o sentido de seu ato. O trabalho educativo, de caráter simbólico, inclui a mediação que permite a emergência de conteúdos manifestos e latentes, possibilitando a regulação de novas relações do sujeito consigo mesmo e com o outro. Assim, permite que o jovem se reconcilie com sua vítima e com a sociedade, revendo a sua posição e suas reações depressivas e reivindicatórias (SELOSSE, 1997).

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